
No último post, falei tão mal de adaptações de desenhos para cinema que fiquei parecendo um xiita, o que não sou (bem, não muito). Tudo bem que nunca gostei de adaptações de desenhos animados, mas quando entramos na área dos quadrinhos, a situação muda um pouco. Desde que o cinema foi inventado são produzidas adaptações, começando por “Viagem à Lua”, adaptação de um livro de Júlio Verne, de 1902. Logo, desde que surgiram os quadrinhos de super-heróis, surgiram adaptações para cinema ou TV – existem séries de filmes das décadas de 30 (
Mandrake-1939) e 40 (
Batman-1943,
Fantasma-1943, e
Super-Homem-1948). De lá pra cá, muita coisa foi feita, desde série clássicas como o Batman da década de 60 e Super-Homem da década de 70 até as tosqueiras
O Julgamento do Incrível Hulk (1989) e os banidos
Capitão América (1990) e
Quarteto Fantástico (1994), (mas tenho que confessar, achei muito maneiro o
Fantasma, de 1996).

Em 2000, surge uma nova onde de adaptações de quadrinhos. Apesar de mediocridades como Elektra, Hulk, Motoqueiro Fantasma, Mulher-Gato, Super-Homem e, principalmente, Homem-Aranha, foram lançadas boas adaptações de quadrinhos, começando pela trilogia dos X-Men, passando por Hellboy, Batman, Justiceiro, Liga Extraordinária (tudo bem, esse é tosco, mas eu gostei!) e ultimamente Homem-de-Ferro. Agora, a comunidade nerd aguarda ansiosamente por
Wolverine (apesar de alguns clichês, o trailer promete) e principalmente
Watchmen (todos os problemas que pintaram nos últimos meses aumentam ainda mais a expectativa). Murmurinhos em sites especializados apontam para Homem-de-Ferro 2, Liga da Justiça, Vingadores, Novos Titãs, Capitão América e sabe-se lá mais o que. Torço para que Wolverine e Watchmen sejam fodas, e que venha muito mais!
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